Havia
num interior uma vila onde somente viviam cegos. Eles moravam juntos porque
entendiam uns aos outros. Um dia ficaram sabendo que um circo se instalaria
ali perto.
Ouviram dizer que o circo possuía um elefante. E como nenhum
deles tinha visto (ou apalpado) um elefante na vida, a euforia foi grande
para poder ter idéia de como era o bicho.
Dirigiram-se ao circo. Do seu dono tiveram a permissão para chegarem
até ao animal. Para evitar algum tipo de acidente, não foi
permitido que todos os cegos tocassem no animal. Apenas três deles
iriam entrar na jaula para apalpá-lo e descrevê-lo aos demais.
Escolhidos os mais inteligentes, cada um teve a oportunidade de tocar no
elefante.
O primeiro deles estava todo empolgado porque seria o primeiro a
tocar e a contar ao povo como era aquele animal. Entrando na jaula, tocou
logo na grande perna do bicho, deslizando suas mãos até aos
pés do mesmo. Sentiu que os dedos do animal entravam na terra. Voltou
rapidamente ao povo que o esperava ansioso para ouvir o relato. "Agora
já sei como é um elefante! É igual a um tronco de árvore.
É grosso e tem raízes entrando na terra". Imensa foi
a admiração dos ouvintes.
Era a vez do segundo cego. Entrou na jaula e logo pegou no rabo do
elefante. Apalpando, chegou até aos cabelinhos da ponta do rabo.
Eufórico, saiu depressa dizendo que o primeiro cego não contou
a verdade, mas que ele investigou o animal e chegou à conclusão
de que o mesmo se parecia com uma corda. "Senti que a ponta da corda
estava até desfiando". Parte do povo confiou mais na descrição
do segundo que na do primeiro.
Chegou a vez do terceiro cego. Quando este entrou na jaula, o elefante
havia acabado de beber água num tanque. Da tromba ainda pingava água
quando ele a tocou. Notou que a tromba era flexível. Sentiu gotas
de água pingar em sua mão. Surpreso, exclamou: "Que absurdo!
Os outros dois não falaram a verdade". Voltou depressa para
desfazer as supostas mentiras que os outros dois haviam contado.
Como líder político e bom orador que era, disse em alta voz:
"Amigos e parentes deste nosso querido vilarejo! Eu tenho a
descrição exata do que seja um elefante. Os outros colegas
enganaram vocês,gente humilde e boa. Afirmo-lhes que o elefante não
é como um tronco de árvore e muito menos como uma corda. Na
verdade, o animal se parece com uma grossa mangueira de água. Eu
peguei na ponta da mangueira e gotas de água pingaram na minha mão".
O circo foi embora. Na vila, ficaram os cegos a debater sobre qual seria
a forma exata do elefante. Alguns continuavam crendo que o bicho é
como uma árvore, outros como uma corda e o restante como uma grossa
mangueira.
O erro desses cegos foi concentrar-se
em apenas um detalhe do elefante. Não o apalparam como um todo.
Hoje no Brasil temos muitas religiões diferentes, e, em quase todas
elas, os seus seguidores dizem basear os seus ensinos na Bíblia Sagrada.
Afirmam que sua religião é a certa e que somente eles são
de Deus.
Como saber quem está certo? A única maneira é estudar
a Bíblia como um todo, dentro do seu contexto, e não apenas
tomando partes isoladas do Livro Sagrado.
A Bíblia é a Palavra de Deus e precisa ser lida e estudada
em seu todo para descobrirmos a mensagem divina para cada um de nós.
Leiam-na toda. "Examinai as Escrituras..."
foi o apelo de Jesus em João
5:39.
Que o estudo da Palavra de Deus pelos cidadãos desta cidade faça
deles pessoas conhecedoras da salvação em Jesus Cristo.
Nós, que já conhecemos Jesus como nosso Salvador pessoal,
embora gostemos de nossa Mairiporã, todavia "...não
temos aqui cidade permanente, mas buscamos a que há de vir"
(Hebreus 13:14). Aguardamos "a
cidade que tem fundamentos, da qual Deus é o arquiteto e edificador"
(Hebreus 11:10).
Você está convidado a estudar a Bíblia conosco na
Primeira Igreja Batista em Mairiporã, rua Celso Epaminondas,
248 - Lavapés. Horário de nossos cultos: Quarta-feira às
20h00. Domingo às 9h30 e 19h30. Desejando podemos ensinar-lhe
a Bíblia gratuitamente em sua própria casa. Entre em contato
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