09/03/2008
Texto bíblico: Juízes
3; 9 e 10
Texto áureo: Juízes 10.11-14
Desenvolvimento do estudo
1. Algumas vezes vivemos experiências em que
é difícil entender a vontade de Deus.
2. O porquê de certas coisas nos acontecerem
e nos provarem, são motivos de indagação
e questionamento íntimo. Às vezes até
nos rebelamos por esta causa, esquecendo-nos que o
Senhor Deus sabe de tudo e tem as respostas para todas
essas situações.
3. No estudo de hoje, estaremos diante de um fato
assim. Pergunta: Por que deixara o Senhor que essas
nações pagãs ali permanecessem
para prejudicar a caminhada de Israel como seu povo?
4. Já que o próprio Senhor ordenara
a expulsão de todos aqueles povos cananeus.
No entanto, em sua onisciência, ele sabia que
isto não ocorreria. Por isso, sua presciência
1he fazia conhecer que a presença de algumas
daquelas nações seria uma constante
provação, um permanente teste para o
seu povo. Em nossos dias, determinadas tentações
ou provações que nos surgem estão
como a nos provar e testar em nossa obediência
e fidelidade a Deus.
5. Observemos:
O clamor da fé em situações difíceis
No tempo dos Juízes de Israel – O povo
de Israel, nos tempos dos juizes, vacila em sua fidelidade
a Deus. Distanciava-se dos seus padrões. O
clamor de seus corações, pelas opressões
que sofriam, era um clamor apenas material ou físico,
decorrente do problema que enfrentavam. No momento
em que uma disposição nova de obediência
surgia, o clamor, alem de físico e material,
tornava-se, também, espiritual, e o Senhor
vinha ao encontro, com a solução dos
céus.
Nos dias Atuais – Mesmo quando caímos
por nossa própria culpa, o Senhor pode vir
ao nosso encontro para salvar-nos, Foi isso que aconteceu
com o povo de Deus. Quando o povo de Deus se une e
clama, com fé e espírito de obediência,
o Senhor vem ao seu encontro. O Clamor do crente é,
antes de tudo, um apelo pela providencia benigna de
Deus, em decorrência de uma vida dedicada e
submissa ao Pai. Quando isso acontece, o Senhor vem
ao encontro da nossa necessidade.
Fatos marcantes na vida de Abimeleque
A união dos maus (Jz 9.1-21)
Abimeleque é o filho de Gideão que
se arvora a dirigir o povo de Israel após a
morte do pai. Era uma pessoa leviana e, pelo que vem
a fazer, próxima da insanidade. Como alguns
de seus irmãos resolveram iniciar uma espécie
de governo ou confederação para liderar
os povos daquela região, arrumaram-1he uma
determinada importância extraída de um
templo pagão da região (Baal-Berite),
com a qual ele vai assalariar alguns homens para iniciar
uma insurreição, matando, primeiramente,
a todos os seus irmãos, para que nenhum deles
reivindicasse o governo que seria só dele.
É uma história trágica e triste
esta. Apenas um outro filho menor de Gideão
vai escapar Jotão, mas, assim mesmo, terá
que se refugiar em terra estranha por medo de que
Abimeleque o matasse também, como fez aos seus
outros 70 irmãos.
Ensinos para a nossa vida:
• O dinheiro de procedência obscura será,
quase sempre, usado em coisas negativas ou tenebrosas.
• A companhia de pessoas levianas e ociosas
s6 pode trazer conseqüências danosas para
a nossa vida.
• Devemos zelar pela forma sã e honesta
com que obtemos os recursos financeiros para o nosso
viver, associando-nos em nossos empreendimentos a
pessoas de boa índole, honradas, de preferência
fiéis ao nosso Senhor Jesus Cristo.
Conseqüências negativas: Trágico
fim de Abimeleque (Jz 9.22-37)
Depois de tanta maldade perpetrada por Abimeleque
e seus asseclas, como lemos no texto, os seus próprios
homens começaram também a proceder maldosamente
contra ele. Assim, o seu fim, de forma tenebrosa e
trágica começa a se delinear logo, pois
seus atos violentos estavam a requerer uma reação
contrária dos que eram atingidos por sua insanidade.
O fim de Abimeleque estava pr6ximo. Depois de mais
uma de suas matanças, ele parte para uma outra
batalha onde vai encontrar a morte por meio de uma
pedra atirada por uma mulher e de uma perfuração
feita pela espada de seu escudeiro.
Ensinos para a nossa vida:
• A vida do crente tem que ser distanciada
da vivência com o mal que, tomando conta do
nosso viver, vai sempre trazer sobre n6s a conseqii8ncia
negativa de sua prática.
• O mal volta sobre aqueles que o praticam.
• O texto nos deve incentivar a escrevermos
os nossos nomes no livro da vida do Senhor, não
por atos maldosos e negativos como os de Abimeleque
e de outros homens que vivem distanciados de Deus,
mas por atitudes e ações que honrem
e dignifiquem o nome de Cristo, nosso Senhor e Salvador.
6. Ler Josué 10.1-18. Comentar que este texto
reporta-nos a um sentimento de perda e tristeza pelo
pecado. Os versículos 8 e 9 são de extrema
amargura. De tal maneira aquele povo foi envergonhado
e oprimido que, neste último versículo,
o texto nos fala que ele estava mesmo “muito
angustiado”.
Para terminar
Pergunta: Como estamos sentindo em nosso viver as
falhas que come-temos? Nosso coração
se angustia por isso?
Após a reflexão dos alunos enfatizar
que essa é a hora de reconhecermos o nosso
pecado, pedirmos perdão ao nosso Senhor e,
com fé e intenção solenes, comprometer-nos
diante dele a não nos deixarmos mais levar
pelas ciladas do Maligno.
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